Quando entregar a declaração de IRS, referente aos rendimentos de 2018, lembre-se que pode consignar 0,5% deste valor, de forma simples e gratuita, para a Médicos do Mundo. 

0,5% do seu IRS ajuda-nos a desenhar um mundo melhor para todas as populações vulneráveis que, de uma ou de outra forma, não têm acesso a cuidados de saúde. 

Os artistas urbanos Alex Senna, Aka Corleone, Vanessa Teodoro e Vhils já se juntaram à Médicos do Mundo para, através de obras da sua autoria, ajudarem a “desenhar um mundo melhor”.

A obra de Aka Corleone pode ser visitada entre a estação de comboio do Cais do Sodré e Santos, e a de Vanessa Teodoro, a partir de Maio, entre a estação de comboio e fluvial do Cais do Sodré, em Lisboa, em espaços cedidos para o efeito pela Infraestruturas de Portugal, com o apoio do Departamento de Património Cultural, Galeria de Arte Urbana da Câmara Municipal de Lisboa. 

Ajudar a Médicos do Mundo a “desenhar um mundo melhor”, através da consignação de 0,5% do IRS, não tem qualquer encargo para os contribuintes e pode mesmo fazer a diferença no apoio a quem mais precisa. Basta apenas que cada um, ao preencher a sua declaração de IRS, no rosto, assinale no quadro 11, campo 1101, a opção “Instituições particulares de solidariedade social ou pessoas colectivas de utilidade pública” e introduza o NIF 504 568 566, correspondente à MdM. 

Para apoiar a nossa missão, basta que siga estes passos. É fácil e gratuito!

Em 2018, a consignação de 0,5% do IRS permitiu-nos apoiar 6 000 pessoas em Portugal, através de 15 projectos sediados em Lisboa, Castanheira de Pera e no Porto. Através deles, conseguimos dar 4 118 consultas de cuidados de saúde, 6 324 visitas domiciliárias, 1 475 apoios psicossociais e 2 642 apoios medicamentosos. 

Ajude-nos a desenhar um mundo melhor. Consigne 0,5% do seu IRS!

 

 

    

 

    

 

Testemunho - D. Maria da Luz - Beneficiária da Médicos do Mundo

Conheci a Médicos do Mundo há muito tempo, no primeiro escritório nas Olaias. Foi há quase 20 anos. Dava-me muito bem com a enfermeira que lá estava na altura e a partir daí comecei a conhecer a organização e a sua missão. Depois, quando foram para a igreja comecei a frequentar as actividades destinadas ao combate ao isolamento dos idosos mais vulneráveis.
Hoje em dia recebo apoio domiciliário através do projecto Viver Saudável. A equipa vai lá a casa duas vezes por semana. Eu sei que elas têm um tempo limitado porque têm muitas pessoas para ajudar. Na verdade, há muita gente a precisar! Se a Médicos do Mundo tivesse mais colaboradores, conseguiriam ajudar mais, durante mais tempo. Isso seria muito bom! 

Eu já tenho algumas dificuldades a andar. No outro dia quis limpar o chão da cozinha e tive de o fazer sentada numa cadeira com umas rodinhas. Mas custa-me ver as coisas por fazer, por isso também tive de pedir ajuda. 

É a equipa da Médicos do Mundo que me ajuda com a minha casa, a nível de higiene habitacional, que me ajuda a medir a tensão, ajuda com a minha higiene pessoal, tratamento de roupas e a ver se está tudo bem com os medicamentos. Outros dias fazem-me companhia e ouvem-me. É um apoio importante. É assim que a Médicos do Mundo me ajuda a viver num mundo melhor, aliás, eles desenham um mundo melhor.
 

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