João Baião, Hernâni Carvalho, Joana Aguiar, Fernando Rocha, Mónica Jardim e Mariana Monteiro juntaram se à campanha da Médicos do Mundo “Um colete à prova de injustiça”, vestindo o colete da organização e dando rosto a um apelo nacional contra a indiferença e a desigualdade no acesso ao direito à saúde.
A campanha constitui um apelo público de participação cívica, convidando a sociedade a enfrentar a injustiça, a desigualdade e o abandono que continuam a marcar a vida de muitas pessoas em Portugal. O conhecido colete das equipas da Médicos do Mundo no terreno, um dos símbolos mais reconhecidos da organização, é utilizado como linguagem central para tornar visíveis realidades que permanecem fora do olhar público e aproximar essas histórias do espaço cívico.
Um símbolo de proximidade transformado em gesto de ação cívica
Presente diariamente nas ruas e nas comunidades onde a organização atua, o colete da Médicos do Mundo identifica quem cuida, acompanha e defende o direito à saúde. Nesta campanha, o colete ganha um novo significado: passa a representar também quem, fora do terreno, escolhe não ficar indiferente e assumir um compromisso ativo com a justiça social.
A campanha parte da ideia de que a vulnerabilidade tem muitas faces. Por isso, o colete é apresentado como “à prova de injustiça, de indiferença, de desigualdade e de abandono”, refletindo a diversidade de situações vividas por pessoas em situação de sem abrigo, pessoas adultas mais velhas, migrantes, pessoas refugiadas e outras comunidades excluídas que a Médicos do Mundo acompanha diariamente.
Ao vestirem o colete, os embaixadores da campanha ajudam a sinalizar histórias reais e a aproximá-las do espaço público, reforçando a ideia de que pequenos gestos individuais podem ter um impacto concreto e transformador.
Assista ao vídeo da campanha “Um colete à prova de injustiça"
Necessidades crescentes, respostas de proximidade
A Médicos do Mundo alerta que, apesar dos esforços existentes, persistem barreiras significativas no acesso a cuidados de saúde essenciais, acompanhamento continuado e serviços de proximidade. Num contexto de aumento das necessidades, torna se fundamental reforçar áreas como consultas, prevenção, acompanhamento psicossocial e distribuição de materiais de apoio e de proteção.
A consignação de 1% do IRS (NIF 504 568 566) é uma forma direta de “vestir o colete” e apoiar estas respostas no terreno.
Trata se de um gesto simples, que não afeta o reembolso do IRS e permite à organização manter e reforçar a sua intervenção junto das populações vulneráveis.
Saiba como aqui
