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Portugal é dos países europeus mais bem sucedidos na luta contra o VIH
11-7-2018

Portugal é dos países europeus mais bem sucedidos na luta contra o VIH

Portugal está entre os Países que têm mais pessoas diagnosticadas e mais doentes em tratamento.  Esta foi uma das conclusões apresentadas no evento promovido pela Direção-Geral da Saúde, no dia 5 de julho, em Lisboa, onde foram revelados os mais recentes resultados alcançados por Portugal no âmbito das Metas 90-90-90, da ONUSIDA.

Na cerimónia, sob o lema ”VIH: Passado, Presente e Futuro - 90-90-90”, ficou claro que, pela primeira vez, Portugal atingiu duas das três metas da ONU SIDA, isto é, alcançou dois dos três noventas que compõem as metas das Nações Unidas no combate ao VIH/Sida para 2020 –90% das pessoas com VIH diagnosticadas, 90% das pessoas diagnosticadas estão em tratamento e 90% das pessoas em tratamento com carga viral indetectável.

Nesta apresentação foram abordadas a história do combate ao VIH em Portugal, a estratégia de melhoria da qualidade dos dados da infeção, as metas 90-90-90 da estratégia Fast Track Cities – Cidades na via rápida para acabar com a epidemia, a ciência e o novo paradigma do VIH. 

A sessão contou com a presença do Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, Masoud Dara , Coordenador do Programa de Doenças Transmissíveis, Organização Mundial da Saúde Europa, e na mesa de comentadores, em representação do Fórum Nacional da Sociedade Civil VIH/Sida, Tuberculose e Hepatites Virais, destacamos a presença de Raquel Rebelo, Directora de Projectos Centro e Norte da Médicos do Mundo. O Fórum Nacional da Sociedade Civil estuda, avalia e apresenta propostas sobre as politicas e decisões governamentais na área do VIH/SIDA e da qual fazem parte 20 instituições, entre elas, a Associação Médicos do Mundo. 

Apesar de Portugal ter atingido duas das três metas previstas até 2020, o trabalho e esforço conjuntos continuarão no sentido de alcançar os melhores resultados possíveis. “Acrescentava um esforço necessário que temos que continuar a fazer para alcançar o 4º 90 - Zero discriminação!”, conclui Raquel Rebelo.